Cibersegurança – Backups, continuidade e recuperação, saiba porque muitas empresas só descobrem suas falhas depois de um ataque
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Cibersegurança – Hoje, praticamente toda empresa investe em segurança digital. Firewalls, antivírus e outras camadas de proteção já fazem parte do dia a dia. Ainda assim, quando um ataque acontece ou quando um sistema falha, não é raro surgir uma constatação incômoda: os backups não funcionam como se imaginava.
Esse cenário é mais comum do que parece. Muitas organizações acreditam estar protegidas, mas só percebem fragilidades quando já estão em situação de crise. E, nesse momento, o impacto costuma ser alto.
Backup não garante continuidade dos negócios
Backup é a cópia de segurança dos dados. Ele é essencial, mas não resolve tudo sozinho. Continuidade de negócios diz respeito à capacidade da empresa de seguir operando mesmo após um incidente relevante. Já a recuperação envolve restaurar sistemas e informações de forma rápida e confiável.
Na prática, muitas empresas têm backups configurados, mas muitas nunca testaram a restauração. Não existe um plano claro de recuperação, ninguém sabe exatamente quanto tempo a operação pode ficar fora do ar nem qual volume de dados pode ser perdido sem comprometer o negócio. Sem essas respostas, conceitos como RTO (Recovery Time Objective) e RPO (Recovery Point Objective) ficam apenas no papel, quando existem.
O problema de descobrir isso tarde demais
Backups que nunca foram testados funcionam como um seguro que só é analisado no momento do acidente. Quando a empresa tenta recuperar os dados, surgem surpresas: arquivos incompletos, processos lentos, sistemas que não voltam como esperado.
Em ataques de ransomware, esse risco é ainda maior. É cada vez mais comum que os criminosos atinjam também os backups conectados à rede! Quando isso acontece, a empresa perde não apenas o acesso aos sistemas principais, mas também sua principal alternativa de recuperação.
As consequências vão além da área técnica. Paradas prolongadas, prejuízos financeiros e danos à reputação passam a fazer parte do problema.
Segurança efetiva é método, não improviso
Reduzir esse tipo de risco exige mais do que tecnologia. Exige método. É fundamental definir tempos aceitáveis de indisponibilidade, testar regularmente a restauração dos dados e manter planos formais de continuidade de negócios e recuperação de desastres.
Esses planos precisam ser atualizados e conhecidos pelas equipes envolvidas. Não basta existir um documento bem escrito se ele nunca é colocado à prova. Ferramentas de automação ajudam, mas o ponto central é a gestão do risco e a preparação para situações reais.
ISO 27001: quando segurança deixa de ser discurso
É nesse contexto que a certificação ISO IEC 27001 ganha relevância. Ela estabelece um sistema de gestão completo para segurança da informação, com políticas, processos, controles e auditorias independentes.
No Brasil, os números ajudam a dimensionar a importância desse selo. Estimativas baseadas em dados da ISO Survey indicam que menos de 300 empresas brasileiras possuem hoje a certificação ISO 27001 válida, mesmo com o aumento das exigências regulatórias e da exposição a riscos digitais. Trata-se, portanto, de um reconhecimento ainda raro no mercado.
A VARITUS Brasil faz parte desse grupo seleto. A certificação reforça que a empresa adota práticas estruturadas, auditadas e alinhadas aos mais altos padrões internacionais de segurança da informação.
Para organizações preocupadas com Cibersegurança que buscam soluções digitais robustas, confiáveis e preparadas para cenários críticos, contar com um parceiro que trata segurança como estratégia, e não como reação, faz toda a diferença. Nesse contexto, a VARITUS se posiciona como referência em segurança, continuidade e confiança operacional.
21 de janeiro de 2026
VARITUS Brasil
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Publicado em: 21/01/2026
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